Vimos atualmente nas cidades moçambicanas, ocupações de espaços públicos, por coletivos de diversas índoles, dispersos ou organizados, na luta pelo direito à cidade, a partir de uma grande multiplicidade de iniciativas, voltadas à denúncia de vulnerabilidade social e que atenta contra ordem ideológico- político instituída, o que sugere-nos pensar, na forma como se dão e são negociadas, as diferentes fricções entre estes e o Estado, a partir das lentes do artivismo. Dentro desse contexto, o presente grupo de pesquisa, centra-se (I) em documentar e compreender questões de visualidade urbana no contexto de diálogos glocais, que definem as formas existenciais da cidade (ii) promover espaços de engajamento coletivo, através intervenções artvistas urbanas e (iii) advogar por uma política de visualidade..