Cultura Popular, Activismo e Mudança Social em Moçambique - Relatório

Quando concebemos institucionalmente essa iniciativa, foi fundamentalmente para refletir sobre como o conhecimento convencional é traduzido em uma dimensão artística, mas também como a arte é utilizada como reflexão científica dentro e fora das incubadoras da academia. E, ao nos dedicarmos a essa reflexão, buscamos possibilidades de lançar olhares sobre como os indivíduos se expressaram e como essas formas de expressão são significadas, especialmente em um contexto de lutas sociais e políticas de dentro da estrutura do Estado e movimentos de activismo social no Moçambique pós-colonial.

Longe de esgotar o debate, coletando experiências individuais, coletivas, locais, globais e utópicas, sugerimos como ponto de partida a desintegração e reintegração do conhecimento silenciadas de diferentes formas em nossas agendas de pesquisa como instituição. Ansiosos em ouvir vozes, em olhar cruzado em uma perspectiva multidimensional, mas também geracional, reunimos nossos pensamentos em uma única iniciativa, de conversas públicas chamadas “Cultura popular, ativismo e mudança social em Moçambique”. Gostaríamos de agradecer desde o início ao Centro e Instituto do Consórcio para Humanidades pelo seu apoio e compromisso, fornecendo fundos para que esta iniciativa se concretizasse.

Nossos agradecimentos estendem-se aos nossos parceiros locais, especificamente ao Departamento de Arqueologia e Antropologia, ao Departamento de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade Eduardo Mondlane em Maputo, para juntar-se ao projecto através dos seus estudantes e investigadores. Não aqui, não mencionaria o Núcleo de Arte de Maputo, os artistas e outros representantes de instituições não governamentais acreditadas em Moçambique, que abriram as suas janelas e portas para podermos replicar esta iniciativa noutros fóruns de maior debate.

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